Entrevista – Mapeando o manifesto: “Qual é a semente do futuro?”

Uma nova entrevista com UMCOLETIVO | Cátia Terrinca
Foto: A SALTO, fotografia de Susana Chicó

“Vivemos numa cidade em que o pensamento estratégico é alicerçado na ideia de que o passado é valioso. O passado ergue-se nos monumentos e é a eles que se chama património. Num primeiro momento, quando chegámos a Elvas, observámos o património edificado e tentámos encontrar-lhe liquidez. Como é possível trazer para o tempo presente edifícios, de caráter militar ou religioso, sobretudo, cujas funções estão ultrapassadas? Nasceu aí o futuro, como pulsão (ou semente) que nos traz o atrevimento suficiente para ir encontrando o compasso certo à cidade de Elvas, contrariando a ideia condescendente de interior, de província, de destino meramente turístico. O futuro é viver-se aqui, na possibilidade de conhecer as estações do ano pelos pássaros que cruzam os céus ou pela fruta que amadurece nas árvores.”

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